O ciúme e a paranoia (Realiz. 15/07/16)

Tema: O ciúme e a paranoia em Otelo

Ementa: Pode o amor sobreviver as vicissitudes do ciúme? Que sentimento é esse que assim como a inveja cega aquele que o sente? Onde começa e termina o amor, a posse, o medo, o ciúme? São questões levantadas e pinceladas com um toque de ambição. Shakespeare, como a verdade, nunca se esgota.

Hamlet e a origem do ser (Realiz. 16/09/16)

Tema: Hamlet e a origem do ser

Ementa: S. Freud chegou a fazer uma análise do Hamlet utilizando o Complexo de Édipo, mas há quem diga que Hamlet seja maior do que Édipo. Esse encontro busca caminhar no limite desse personagem enigmático – “ser ou não ser” é o grande legado de Shakespeare para a humanidade.

Macbeth - a inveja (Realiz. 19/08/16)

Tema: Macbeth - a inveja e a cobiça

Ementa: Seria essa peça sobre a ambição de Macbeth pelo trono? Não seria Lady Macbeth o papel principal da peça? Masculino e feminino se misturam na inveja e na cobiça, onde os deuses são chamados para engrossar o sangue para que se suporte o que virá.

Sonho de uma noite (Realiz. 21/10/16)

Tema:  Sonho de uma noite de verão: o estatuto do sonho na psicanálise

Ementa: Como nem tudo é tragédia em Shakespeare nesse encontro vamos estudar a importância da função onírica na vida cotidiana, tanto do ponto de vista de S. Freud como de Bion. O homem é o único que pode buscar o “para além” e paradoxalmente o Real, e o sonho é a via régia desse caminho.

Júlio César e a política (Realiz. 20/05/16)

Tema: Júlio César e a política atual no Brasil

Ementa: As relações humanas permeadas pela ótica do poder geralmente têm no seu imaginário o tom vermelho do sangue, da disputa, da traição. No mito da horda primeva de Freud os filhos comem o seu pai em função do seu poder. Nesse encontro discutimos essas disputas e até onde vai o sujeito em termos de sua própria crença moral para conseguir o poder.

A tragédia em Shakespeare (Realiz. 11/03/16)

Tema: A tragédia em William Shakespeare

Ementa: A tragédia em William Shakespeare – Nesse encontro vamos analisar a vida do dramaturgo, bem como as possíveis implicações dessa para sua obra. Também vamos nos aprofundar no tema da tragédia e suas correlações com a psicanálise.

Rei Lear - maturidade (Realiz. 17/06/16)

Tema: Rei Lear - maturidade e sabedoria

Ementa: O que a velhice pode nos ensinar? Palavra aliás, muito fora de moda, pois hoje se prefere o termo “terceira idade”. Lear, apesar da idade, não conseguiu fazer o seu sucessor e se coloca em primeiro plano a ligação dele com suas filhas, onde as relações edípicas tomam um primeiro plano. O lugar do sujeito na transgeracionalidade foi aqui discutido através dessa peça multifacetada.  

Psicanálise e Religião (Realiz. 21/08/15)

Tema: Psicanálise e Religião: Me. Eckart, S. João da Cruz e a Experiência Analítica

Ementa: Os chamados místicos cristãos nos trouxeram uma narrativa onde o paradoxo se mostrou o caminho possível para expressar as suas experiências - por mais que falassem, mais que escrevessem, nunca conseguiram expressar exatamente suas vivências. 

Solve et coagula (Realiz. 17/07/15)

Tema: Solve et coagula - Paradoxos entre Hegel e Klein

Ementa: Não existe nenhuma evidência que a psicanalista Melanie Klein  tenha lido Hegel, mas é inevitável a aproximação entre ambos. Esse encontro pretende explorar os conceitos de dialética em Hegel e das posições esquizoparanoides e depressivas em Klein, em um jogo incessante pela busca de uma verdade sobre o real.

O movimento romântico (Realiz. 19/06/15)

Tema: O movimento romântico e a obra de Freud

Ementa: A psicanálise nasceu imersa em um caldeirão cultural na Alemanha do século XX, onde o romantismo e o idealismo eram escolas fortes de pensamentos. Ecos desses movimentos se encontraram nas reflexões de Freud, em suas formulações sobre a neurose e histeria.

As influências (Realiz. 22/05/15)

Tema: As influências de Kant na psicanálise

Ementa: Esse encontro dá continuidade aos estudos das interfaces entre a filosofia e a psicanálise. Qual o impacto na psicanálise da noção de realidade e da forma de apreendê-la concebida por Kant? Em que momento Freud e Kant divergem e por que?