A histeria nos tribunais da Inquisição

Por Ale Esclapes¹

A histeria vai desaparecer juntamente com o Império Romano retornando somente no final da Idade Média. Surgem diversos curandeiros e o Clero passa a exercer a medicina. Nos séculos XII e XIII diversos concílios proíbem  os clérigos de exercerem a medicina. Cria-se causas e condições para o ressurgimento da medicina.

Concepção e realização

Por Ale Esclapes1

Nesta série de postagens sobre conceitos iniciais, exploraremos um pouco o que é concepção e sua relação com o conceito de realização. Se você acompanhou a postagem passada sobre o que é pré-concepção, fica fácil entender o que é concepção. Imagine que eu marco com um amigo, amiga ou amigos em um determinado horário em um determinado local.

Histeria na antiguidade - História da Histeria

Por Ale Esclapes1

A história da Histeria no ocidente começa no Antigo Egito mais ou menos 1900 antes de Cristo. Nessa época foi escrito um papiro onde se relatava uma série de sintomas  um tanto curiosos em mulheres. A causa seria o movimento desgovernado do útero, que era considerado um animal, que vagava pelo hipocôndrio.

Pré-concepção em psicanálise

Por Ale Esclapes1

Imagine que eu marco com amigos em um determinado horário em um determinado local. Eu, portanto, tenho uma “expectativa” de um encontro, de uma conversa. Agora vamos imaginar uma outra situação - o nascimento. Nesse momento, de algum modo, existe um “anseio” desse bebê em encontrar algo, alguma coisa que o acolha e o alimente.

Notação, atenção e interpretação

Por Alê Esclapes1

A partir de três trabalhos de Freud (Projeto para uma psicologia cientifica, A interpretação dos sonhos, e Dois princípios do funcionamento mental), Bion explora os conceitos de notação e atenção. A notação seria uma palavra mais ligada a armazenamento de informações.

Psicanálise e Zen Budismo

Por Alê Esclapes1

O trabalho desenvolvido por Bion pode ser dividido em três ou quatro fazes, variando de acordo com o estudioso. Em uma primeira fase Bion vai de debruçar sobre as questões kleinianas de identificação projetiva e o pensamento esquizofrênico.

As perversas chuvas de verão

Por Ale Esclapes1

Donald Meltzer definiu de uma forma muito particular a perversão na psicanálise, e John Steiner seguindo seus passos fez uma excelente contribuição à psicanálise ao se inspirar em Bion. Esses três autores nos legaram uma nova interpretação do mito de Édipo – este mito seria menos sobre desejos que sobre verdades.

Saia Justa

Por Alê Esclapes1

Recentemente no Programa Saia Justa do canal GNT discutia-se sobre o papel do homem e da mulher modernos (aliás, parece que em todos os programas o tema é o mesmo). Nesse especificamente as mulheres reclamavam que os homens deveriam ajudar mais as mulheres, “dividir” o fardo, etc...

Longe da árvore

Por Ale Esclapes¹

Freud nos ensina que o amor paterno/materno é baseado no que ele chamou de “forma narcisista de amar” o que significa que os pais amam os seus filhos a partir do que eles são, foram ou gostariam de ser. Em outras palavras é um amor egoísta, sendo uma visão bem menos romântica que o conceito de "Família Doriana".

Inveja e gratidão

Por Ale Esclapes1

Inveja é um sentimento que nos impede de ter acesso às coisas boas da vida. Ela é prima do orgulho. Juntos nos isolam das pessoas queridas, nos jogando em uma solidão muitas vezes insuportável. O invejoso não consegue reconhecer as coisas boas que outra pessoa pode dar, e muitas vezes responde com agressividade e destruição com aqueles que podem ajudá-lo, ou possuem algo que lhes dá admiração.

A memória e o inconsciente

Por Alê Esclapes1

Em psicanálise o conceito de inconsciente esta intrinsecamente ligado ao conceito de memória. A repressão é o que acaba por organizar essa ligação. Em um dos mais importantes artigos sobre técnica já escritos, Freud trabalha bem esse tema em Recordar, Repetir e Elaborar, de 1914.